São Paulo
Depois de ser destaque na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2010, onde foi campeão, Lucas foi integrado ao elenco do São Paulo em agosto do mesmo ano através do técnico Sérgio Baresi. Ainda sob o comando de Ricardo Gomes, o jogador não recebeu muitas oportunidades.
Sua primeira partida como profissional foi contra o Atlético Paranaense, entrando como um substituto. Se firmou na equipe titular sob o comando do interino Sérgio Baresi, que havia assumido temporariamente após a demissão de Ricardo Gomes. Após a chegada de Carpegiani, que passou a escalar um time mais jovem, Lucas passou a ter mais chances entre os titulares e adquiriu bastante confiança do novo treinador, fato que melhorou bastante o seu desempenho nas partidas. Após um excelente ano de estreia como profissional, no fim de 2010, a FIFA citou o jogador como uma das principais revelações do ano.[2]
Em 17 de fevereiro de 2011, Lucas assinou a renovação de seu contrato com o São Paulo até 31 de dezembro de 2015, tendo agora uma multa rescisória de 180 milhões de reais, fato que o torna o segundo jogador mais caro do país,[3] atrás apenas de Ronaldinho Gaúcho, do Flamengo. No dia 6 de abril, em jogo importante do São Paulo pela Copa do Brasil, Lucas teve a sua primeira expulsão como profissional no jogo contra o Santa Cruz, causada por um desentendimento com o zagueiro Everton Sena, que o marcara durante os dois confrontos.[4]
[editar]Seleção Brasileira
Em 30 de novembro de 2010, foi convocado pelo técnico Ney Franco para a Seleção Brasileira Sub-20,[5] e participou do Sul-Americano Sub-20 de 2011, onde ganhou repercussão nacional, ao se destacar nas partidas. Vestindo a camisa 10, acabou como segundo artilheiro da competição, atrás apenas de Neymar, marcando três gols na final contra o Uruguai.
No dia 3 de março de 2011, o jogador foi convocado pela primeira vez para a seleção principal sob o comando do técnico Mano Menezes, para um amistoso contra a Escócia. No jogo, começou no banco de reservas e atuou apenas durante os 15 minutos finais, dando velocidade ao jogo com jogadas individuais. Em maio, foi convocado para disputar mais dois amistosos, contra Holanda e Romênia. No jogo contra a Holanda, entrou na metade do segundo tempo, dando novamente, à um jogo lento, grande velocidade e jogadas individuais. Contra a Romênia, partida marcada pela despedida do atacante Ronaldo da seleção, Lucas entrou também na metade do segundo tempo, dando novamente, mais velocidade ao jogo. No dia 7 de junho de 2011, Mano o convocou novamente, desta vez, para a disputa da Copa América.[6] Lucas foi reserva durante todo o torneio, mas atuou em todas as partidas entrando no decorrer delas. O Brasil terminou eliminado nas quartas-de-final, após ser derrotado pelo Paraguai na disputa por pênaltis. Recebeu outra convocação do técnico Mano Menezes para disputar um amistoso contra a seleção da Alemanha, onde o Brasil terminou derrotado por 3–2. Lucas não entrou. No final de agosto, foi novamente convocado para disputar outro amistoso contra a seleção da Gana. O Brasil venceu a partida por 1–0, porém, Lucas novamente não foi utilizado. Em 5 de setembro de 2011, Lucas foi convocado para disputar o primeiro amistoso contra a Argentina no dia 14 de setembro de 2011, junto de seus companheiros de equipe Casemiro, Rhodolfo e Cícero.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Marcos Assunção
Marcos dos Santos Assunção, mais conhecido como Marcos Assunção (Caieiras, 25 de julho de 1976), é um futebolista brasileiro que atua como volante. Atualmente, joga pelo Palmeiras.
Índice [mostrar]
[editar]Carreira
O jogador iniciou sua carreira atuando pelas categorias de base do Rio Branco de Americana, quando tinha apenas dezesseis anos de idade. Habilidoso e dono de um forte chute, Marcos pouco ficou no Rio Branco, e aos dezoito, foi chamado para defender o Santos, seu primeiro clube como profissional.
Foram dois anos atuando pelo Santos, clube que acabou o projetando nacionalmente, e oferecendo a primeira chance de Marcos como jogador da Seleção Brasileira, mas em 1998, ao fim do Campeonato Paulista, o jogador se transferiu para o Flamengo, que à época era presidido por Kléber Leite.
Já selecionável, Marcos chegou a Gávea com status de revelação, em uma troca que envolveu a ida dele e do atacante Caio (Ribeiro) em troca do lateral esquerdo Athirson e do meia Lúcio. Jogou no meio-campo ao lado de Zé Roberto e, em pouco tempo, muito em virtude dos gols feitos, em sua maioria através de potentes chutes de falta, ganhou a simpatia do torcedor rubro-negro.
Foram, ao todo, nove meses na Gávea. Tempo suficiente para Marcos Assunção eleger a sua passagem pelo Flamengo como uma das mais marcantes da sua carreira, apesar de não ter ganho nenhum título. Marcos retornou ao Santos e posteriormente seguiu para a Roma da Itália, onde jogou ao lado do também ex rubro-negro Aldair, e marcou época conquistando um Campeonato Italiano e uma Supercopa da Itália.
Depois da Roma, Marcos se transferiu para o Betis, onde ficou até 2007 e fez história com suas cobranças de falta magníficas.
Após 5 anos, se transferiu para os Emirados Árabes para defender o Al-Ahli. Dentro do próprio país árabe, porém, Marcos Assunção mudou de clube em meados de 2008, quando foi para o Al Shabab.
Em setembro de 2009, Marcos Assunção volta ao seu país natal para defender o Grêmio Barueri [1].
[editar]Palmeiras
Em 2010, Marcos Assunção foi contratado pelo Palmeiras.[2] Foi decisivo na partida contra o Vitória, pela Copa Sul-Americana de 2010, marcando um gol de falta nos últimos minutos de jogo, garantindo a classificação da equipe alviverde para as oitavas-de-final. Também foi importante no desempenho do Palmeiras no Campeonato Brasileiro. Em 29 de setembro, na Arena Barueri, marcou dois gols de falta contra o Internacional de Porto Alegre, que garantiram a vitória do Palmeiras por 2 a 0.
Por conta da precisão nas cobranças, Assunção vem sendo considerado um dos melhores batedores de falta do futebol brasileiro pela mídia especializada. Antes de suas cobranças, o jogador tem o ritual de deixar a língua de sua chuteira reta e seu meião arrumado. Segundo ele, se não for desta maneira, há uma dificuldade maior para a cobrança, pois a impressão é de que a bola seguirá para fora. Com o ritual feito, ele considera que as chances de gol são maiores. Ao todo, são 17 gols com a camisa alviverde, sendo 13 gols de falta, 2 com bola rolando, 1 de pênalti e 1 olímpico.
Em maio de 2011, Assunção assinou novo contrato com o Palmeiras, válido até o fim de 2012.[3]
Índice [mostrar]
[editar]Carreira
O jogador iniciou sua carreira atuando pelas categorias de base do Rio Branco de Americana, quando tinha apenas dezesseis anos de idade. Habilidoso e dono de um forte chute, Marcos pouco ficou no Rio Branco, e aos dezoito, foi chamado para defender o Santos, seu primeiro clube como profissional.
Foram dois anos atuando pelo Santos, clube que acabou o projetando nacionalmente, e oferecendo a primeira chance de Marcos como jogador da Seleção Brasileira, mas em 1998, ao fim do Campeonato Paulista, o jogador se transferiu para o Flamengo, que à época era presidido por Kléber Leite.
Já selecionável, Marcos chegou a Gávea com status de revelação, em uma troca que envolveu a ida dele e do atacante Caio (Ribeiro) em troca do lateral esquerdo Athirson e do meia Lúcio. Jogou no meio-campo ao lado de Zé Roberto e, em pouco tempo, muito em virtude dos gols feitos, em sua maioria através de potentes chutes de falta, ganhou a simpatia do torcedor rubro-negro.
Foram, ao todo, nove meses na Gávea. Tempo suficiente para Marcos Assunção eleger a sua passagem pelo Flamengo como uma das mais marcantes da sua carreira, apesar de não ter ganho nenhum título. Marcos retornou ao Santos e posteriormente seguiu para a Roma da Itália, onde jogou ao lado do também ex rubro-negro Aldair, e marcou época conquistando um Campeonato Italiano e uma Supercopa da Itália.
Depois da Roma, Marcos se transferiu para o Betis, onde ficou até 2007 e fez história com suas cobranças de falta magníficas.
Após 5 anos, se transferiu para os Emirados Árabes para defender o Al-Ahli. Dentro do próprio país árabe, porém, Marcos Assunção mudou de clube em meados de 2008, quando foi para o Al Shabab.
Em setembro de 2009, Marcos Assunção volta ao seu país natal para defender o Grêmio Barueri [1].
[editar]Palmeiras
Em 2010, Marcos Assunção foi contratado pelo Palmeiras.[2] Foi decisivo na partida contra o Vitória, pela Copa Sul-Americana de 2010, marcando um gol de falta nos últimos minutos de jogo, garantindo a classificação da equipe alviverde para as oitavas-de-final. Também foi importante no desempenho do Palmeiras no Campeonato Brasileiro. Em 29 de setembro, na Arena Barueri, marcou dois gols de falta contra o Internacional de Porto Alegre, que garantiram a vitória do Palmeiras por 2 a 0.
Por conta da precisão nas cobranças, Assunção vem sendo considerado um dos melhores batedores de falta do futebol brasileiro pela mídia especializada. Antes de suas cobranças, o jogador tem o ritual de deixar a língua de sua chuteira reta e seu meião arrumado. Segundo ele, se não for desta maneira, há uma dificuldade maior para a cobrança, pois a impressão é de que a bola seguirá para fora. Com o ritual feito, ele considera que as chances de gol são maiores. Ao todo, são 17 gols com a camisa alviverde, sendo 13 gols de falta, 2 com bola rolando, 1 de pênalti e 1 olímpico.
Em maio de 2011, Assunção assinou novo contrato com o Palmeiras, válido até o fim de 2012.[3]
Kleber
Kléber é oriundo das categorias de base do São Paulo Futebol Clube. No entanto já treinava em um pequeno clube paulistano, o Seno. Foi descoberto pelo treinador dos juniores do Tricolor paulista. Obteve grande destaque na base e foi chamado para integrar os profissionais em 2003 aos 20 anos. Como o jovem goleador estava num momento muito bom no São Paulo, fazendo gols no Brasileiro e na Sul-americana (foi vice-artilheiro com 5 gols), naturalmente surgiram propostas do exterior.
Em 2004, o Dínamo de Kiev, da Ucrânia, apresentou uma proposta de 2,2 milhões de dólares (6 milhões de reais), que foi aceita pelo São Paulo. Lá, conquistou fãs e ajudou o Dínamo a levantar taças: campeão ucraniano (2004, 2007) e da Copa da Ucrânia (2005, 2006, 2007).
Em 2008, Kléber voltou ao Brasil para atuar no Palmeiras por empréstimo de um ano. Em pouco tempo, Kléber se tornou titular e conquistou o apoio da torcida, principalmente pelo modo guerreiro de jogar, marcando gols importantes contra Ponte Preta. Por causa de uma cotovelada caracterizada como "ato hostil" pelo TJD paulista no zagueiro são-paulino André Dias durante a goleada por 4 a 1 contra o ex-time no Paulista de 2008, Kléber foi condenado a uma suspensão de três partidas. Apesar disso, pôde disputar a fase final do campeonato, tendo inclusive marcado um gol na primeira partida da final do campeonato. Assinou um contrato com a empresa de material esportivo Penalty, que o patrocinou até o ínicio de 2010.
No dia 1º de fevereiro de 2009, foi anunciado como reforço do Cruzeiro em uma negociação com o Dínamo de Kiev, da Ucrânia, onde os direitos federativos do jogador foram repassados ao time mineiro em troca do jogador Guilherme, além dos 5 milhões de euros (aproximadamente 14 milhões de reais) relacionados na negociação.
Em sua estreia, ele marcou dois gols e foi expulso, estando apenas quatorze minutos em campo. Foi o vice-artilheiro do Campeonato Mineiro 2009 com 13 gols e vice artilheiro do Cruzeiro na Copa Libertadores.[1]
Em setembro, criou uma enorme polêmica ao participar de um evento da torcida organizada do Palmeiras, Mancha Alviverde, dias antes de enfrentar tal equipe pelo Brasileirão. O jogador foi muito criticado e se desculpou pelo acontecido.
Depois de passar por uma cirurgia no púbis, ainda em setembro, Kléber foi vetado durante sua recuperação, que durou quase todo o fim da temporada. Porém, no último jogo do Brasileirão, contra o Santos, o atacante foi liberado e, entrando no segundo tempo da partida, marcou o gol que garantiu a vaga do clube celeste na Copa Libertadores de 2010.
Em abril de 2010 foi eleito pela Conmebol o melhor jogador da 9ª semana da Libertadores.[2]
No dia 2 de junho de 2010, o presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, anunciou que Kléber não era mais jogador do Cruzeiro. Segundo ele, o Palmeiras pagaria 3 milhões de euros por 50% dos direitos econômicos do jogador, que tinha mais quatro anos de contrato. De acordo com Perrella, o jogador manifestou o desejo de voltar à cidade de São Paulo, onde vive a sua família e as duas filhas.[3] No dia 9 de junho, Kléber foi apresentado oficialmente como jogador do Palmeiras. Em cerimônia realizada no Estádio Palestra Itália, o jogador foi recebido por cerca 5 mil torcedores palmeirenses, que doaram um quilo de alimento não perecível para reencontrarem o atacante.[4]
Em 2004, o Dínamo de Kiev, da Ucrânia, apresentou uma proposta de 2,2 milhões de dólares (6 milhões de reais), que foi aceita pelo São Paulo. Lá, conquistou fãs e ajudou o Dínamo a levantar taças: campeão ucraniano (2004, 2007) e da Copa da Ucrânia (2005, 2006, 2007).
Em 2008, Kléber voltou ao Brasil para atuar no Palmeiras por empréstimo de um ano. Em pouco tempo, Kléber se tornou titular e conquistou o apoio da torcida, principalmente pelo modo guerreiro de jogar, marcando gols importantes contra Ponte Preta. Por causa de uma cotovelada caracterizada como "ato hostil" pelo TJD paulista no zagueiro são-paulino André Dias durante a goleada por 4 a 1 contra o ex-time no Paulista de 2008, Kléber foi condenado a uma suspensão de três partidas. Apesar disso, pôde disputar a fase final do campeonato, tendo inclusive marcado um gol na primeira partida da final do campeonato. Assinou um contrato com a empresa de material esportivo Penalty, que o patrocinou até o ínicio de 2010.
No dia 1º de fevereiro de 2009, foi anunciado como reforço do Cruzeiro em uma negociação com o Dínamo de Kiev, da Ucrânia, onde os direitos federativos do jogador foram repassados ao time mineiro em troca do jogador Guilherme, além dos 5 milhões de euros (aproximadamente 14 milhões de reais) relacionados na negociação.
Em sua estreia, ele marcou dois gols e foi expulso, estando apenas quatorze minutos em campo. Foi o vice-artilheiro do Campeonato Mineiro 2009 com 13 gols e vice artilheiro do Cruzeiro na Copa Libertadores.[1]
Em setembro, criou uma enorme polêmica ao participar de um evento da torcida organizada do Palmeiras, Mancha Alviverde, dias antes de enfrentar tal equipe pelo Brasileirão. O jogador foi muito criticado e se desculpou pelo acontecido.
Depois de passar por uma cirurgia no púbis, ainda em setembro, Kléber foi vetado durante sua recuperação, que durou quase todo o fim da temporada. Porém, no último jogo do Brasileirão, contra o Santos, o atacante foi liberado e, entrando no segundo tempo da partida, marcou o gol que garantiu a vaga do clube celeste na Copa Libertadores de 2010.
Em abril de 2010 foi eleito pela Conmebol o melhor jogador da 9ª semana da Libertadores.[2]
No dia 2 de junho de 2010, o presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, anunciou que Kléber não era mais jogador do Cruzeiro. Segundo ele, o Palmeiras pagaria 3 milhões de euros por 50% dos direitos econômicos do jogador, que tinha mais quatro anos de contrato. De acordo com Perrella, o jogador manifestou o desejo de voltar à cidade de São Paulo, onde vive a sua família e as duas filhas.[3] No dia 9 de junho, Kléber foi apresentado oficialmente como jogador do Palmeiras. Em cerimônia realizada no Estádio Palestra Itália, o jogador foi recebido por cerca 5 mil torcedores palmeirenses, que doaram um quilo de alimento não perecível para reencontrarem o atacante.[4]
Roger Federer
Roger Federer (Basileia, 8 de agosto de 1981) é um tenista suíço, considerado por diversos analistas esportivos, críticos de tênis e antigos tenistas como o melhor jogador de tênis de todos os tempos [5][6][7][8],enquanto outros discordam[9][10][11].
Em 2004, alcançou a liderança do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), posição que conservou por 285 semanas, 237 consecutivamente, um novo recorde mundial. Depois de perder a posição para Rafael Nadal, conseguiu recuperá-la em 5 de julho de 2009, após vencer o torneio de Wimbledon e se consagrar como o maior campeão de Grand Slams.
O estatuto de Federer deriva dos seus numerosos recordes, entre os quais 16 títulos de Grand Slam e um career Grand Slam (vitória nos quatro torneios do Grand Slam, recorde partilhado com cinco tenistas). Federer tem ainda o recorde de 23 finais de Grand Slam disputadas e participação em 23 semifinais consecutivas de Grand Slam, série iniciada no torneio de Wimbledon de 2004[12] e encerrada no Aberto da França de 2010, quando foi eliminado nas quartas-de-final, totalizando seis anos consecutivos de participações em semifinais de torneios do Grand Slam[13]. Em resultado de seus sucessos, Federer conquistou o Laureus World Sportsman of the Year por quatro anos consecutivos (2005–08)[14].
Em 2004, alcançou a liderança do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), posição que conservou por 285 semanas, 237 consecutivamente, um novo recorde mundial. Depois de perder a posição para Rafael Nadal, conseguiu recuperá-la em 5 de julho de 2009, após vencer o torneio de Wimbledon e se consagrar como o maior campeão de Grand Slams.
O estatuto de Federer deriva dos seus numerosos recordes, entre os quais 16 títulos de Grand Slam e um career Grand Slam (vitória nos quatro torneios do Grand Slam, recorde partilhado com cinco tenistas). Federer tem ainda o recorde de 23 finais de Grand Slam disputadas e participação em 23 semifinais consecutivas de Grand Slam, série iniciada no torneio de Wimbledon de 2004[12] e encerrada no Aberto da França de 2010, quando foi eliminado nas quartas-de-final, totalizando seis anos consecutivos de participações em semifinais de torneios do Grand Slam[13]. Em resultado de seus sucessos, Federer conquistou o Laureus World Sportsman of the Year por quatro anos consecutivos (2005–08)[14].
Michael Jordan
Michael Jeffrey Jordan (Nova York, 17 de fevereiro de 1963) é um ex-jogador de basquetebol norte-americano. Considerado pela maioria dos especialistas como o melhor jogador de basquetebol de todos os tempos[1][2][3] e por muitos como um dos mais importantes desportistas masculinos da história.
Os seus fãs vêem em Jordan uma combinação singular de graça, velocidade, raça, força, talento artístico, habilidade e um forte desejo de competição. Não há dúvidas de que Jordan redefiniu o conceito de "superstar" da NBA.
Jordan estudou na Universidade da Carolina do Norte e tornou-se jogador do Chicago Bulls e estrela da NBA em 1984. Era conhecido por sua incrível capacidade de pontuar, suas participações marcantes nos concursos de enterradas. Essas enterradas, pulando da linha do lance-livre, renderam-lhe os apelidos de Air Jordan e His Airness. Além de tudo, Jordan foi um dos melhores marcadores que o basquete já viu. Venceu seu primeiro título da NBA em 1991, e depois em 92 e 93. Antes da temporada 93-94 iniciar-se, Jordan se aposentou do basquete para jogar Baseball, mas rapidamente voltou às quadras em 1995 e liderou o Chicago Bulls a mais 3 títulos consecutivos: 1996, 1997 e 1998. Em 1999 anunciou outra aposentadoria, mas voltou em 2001, dessa vez para o o Washington Wizards, onde jogou até 2003.
Foi eleito o MVP (jogador mais valioso) da temporada por cinco vezes, MVP das finais por seis vezes, 10 vezes para o primeiro time da NBA, 9 vezes para o primeiro time defensivo da NBA. Participou de 14 jogos das estrelas e foi MVP deles em 3 oportunidades. Foi cestinha da liga em 10 temporadas, maior ladrão de bolas por 3 vezes e eleito defensor do ano em 1988. A sua pontuação máxima num único jogo foi de 69 pontos, contra os Cleveland Cavaliers no dia 28 de Março de 1990. Um dos seus recordes mais marcantes e uma das provas da sua superioridade no basquete, é a sua média de pontos durante toda a carreira: 30,1 pontos em quinze temporadas.
Atualmente, Michael Jordan é dono de parte do Charlotte Bobcats e membro da equipe de operações do time.
Os seus fãs vêem em Jordan uma combinação singular de graça, velocidade, raça, força, talento artístico, habilidade e um forte desejo de competição. Não há dúvidas de que Jordan redefiniu o conceito de "superstar" da NBA.
Jordan estudou na Universidade da Carolina do Norte e tornou-se jogador do Chicago Bulls e estrela da NBA em 1984. Era conhecido por sua incrível capacidade de pontuar, suas participações marcantes nos concursos de enterradas. Essas enterradas, pulando da linha do lance-livre, renderam-lhe os apelidos de Air Jordan e His Airness. Além de tudo, Jordan foi um dos melhores marcadores que o basquete já viu. Venceu seu primeiro título da NBA em 1991, e depois em 92 e 93. Antes da temporada 93-94 iniciar-se, Jordan se aposentou do basquete para jogar Baseball, mas rapidamente voltou às quadras em 1995 e liderou o Chicago Bulls a mais 3 títulos consecutivos: 1996, 1997 e 1998. Em 1999 anunciou outra aposentadoria, mas voltou em 2001, dessa vez para o o Washington Wizards, onde jogou até 2003.
Foi eleito o MVP (jogador mais valioso) da temporada por cinco vezes, MVP das finais por seis vezes, 10 vezes para o primeiro time da NBA, 9 vezes para o primeiro time defensivo da NBA. Participou de 14 jogos das estrelas e foi MVP deles em 3 oportunidades. Foi cestinha da liga em 10 temporadas, maior ladrão de bolas por 3 vezes e eleito defensor do ano em 1988. A sua pontuação máxima num único jogo foi de 69 pontos, contra os Cleveland Cavaliers no dia 28 de Março de 1990. Um dos seus recordes mais marcantes e uma das provas da sua superioridade no basquete, é a sua média de pontos durante toda a carreira: 30,1 pontos em quinze temporadas.
Atualmente, Michael Jordan é dono de parte do Charlotte Bobcats e membro da equipe de operações do time.
Tony Hawk
Anthony Frank Hawk, mais conhecido como Tony Hawk (Carlsbad, 12 de maio de 1968) é considerado o maior skatista/skater de todos os tempos na modalidade vertical. Costuma-se compará-lo a Pelé, Michael Jordan, Kelly Slater, Wayne Gretzky e Tiger Woods por sua genialidade e domínio nas competições. Verdadeiro rei na modalidade vert ou vertical.
Tony é detentor de 12 campeonatos mundiais de Vertical, três campeonatos mundiais de Street Style e nove X Games.
Tony Hawk possuía grande habilidade desde jovem, tornando-se profissional aos 14 anos (nesta época o necessário para se tornar profissional era apenas entrar em um campeonato profissional ao contrário dos padrões atuais em que se necessita de patrocínio de uma companhia de skate para se tornar um profissional). Ele foi um pioneiro nas modernas pistas verticais.
Ele possuía seu próprio halfpipe feito por seu pai quando ele morava em sua primeira casa com sua primeira mulher, Cindy, e seu primeiro filho, Riley.
Tony Hawk foi membro da lendária equipe Bones Brigade da Powell Peralta. Ele também possuía seu próprio modelo de calçados profissionais produzidos pela Airwalk.
Em 1999, a empresa de jogos Activision lançou o jogo Tony Hawk's Pro Skater, que foi primeiro jogo de uma das mais bem sucedidas linhas de video-games. O jogo teve sequência em seis jogos populares, Tony Hawk's Pro Skater 2, Tony Hawk's Pro Skater 3, Tony Hawk's Pro Skater 4, Tony Hawk's Underground e Tony Hawk's Underground 2, Tony Hawk's Underground 2 Remix, Tony Hawk's American Wasteland Tony Hawk's Project 8, Tony Hawk's Downhill Jam, Tony Hawk's Proving Ground e Tony Hawk: Ride.
Hawk se tornou um nome comercial, aparecendo em uma série de comerciais para uma variedade de companhias, incluindo a Apple Computer e a Domino's Pizza. Ele também figurou em programas de televisão como Cyberchase, Rocket Power, The Simpsons, Max Steel, Sifl and Olly, e CSI: Miami, e também em filmes tais como Jackass: The Movie, The New Guy, Max Keeble's Big Move e Dogtown and Z-Boys, e apareceu como actor em filmes como Gleaming the Cube e Police Academy 4. Ele hospedou um documentario, Video Game Invasion, que foi ao ar na GSN. Hawk também apareceu em Punk'd onde ele foi enganado e acreditou que seu filho deixou uma M-80 dentro de um banheiro, maguando uma actriz.
Até o ano de 2004, Tony realizou uma série de manobras históricas e ganhou mais de 80 competições. Ele realizou o primeiro giro de 900 graus completo nos X Games de 1999 após 11 tentativas mal sucedidas, ganhando o prémio na competição de melhor manobra por uma grande margem no processo. Ele é muitas vezes chamado de "Birdman"(Homem-pássaro).
Com a criação da “Tony Hawk Foudation”, Hawk tem trabalhado para devolver alguma coisa para o desporto que tanto lhe deu. Criada para promover e financiar pistas públicas em comunidades carentes, a fundação distribuiu mais de um milhão de dólares para entidades sem fim lucrativo construírem pistas por todo os Estados Unidos.
Hawk atualmente vive na sua cidade natal Carlsbad, na Califórnia.
Tony teve vários skates, mas seu primeiro skate foi fabricado pela No Rules. Com esse skate Tony conquistou seu primeiro título, em 1980, passados cerca de 18 anos ele decidiu que queria fundar uma marca, a Birdhouse Skateboards, que nasceu em 1992 e a partir desse momento Tony só usou skates dessa marca, tendo ainda usado seu 1º skate durante mais algum tempo.
Hawk também é conhecido por inventar muitas manobras, uma delas é o Mc Hawk, onde o skatista dá 2 voltas de 360 graus completando 720 graus, manobra que ainda nos dias atuais é considerada difícil. Na época em que participou da equipe bones brigade, fez varios filmes, um dos mais conhecidos é o The Search For Animal Chin, gravado na maior parte em São Francisco
Tony é detentor de 12 campeonatos mundiais de Vertical, três campeonatos mundiais de Street Style e nove X Games.
Tony Hawk possuía grande habilidade desde jovem, tornando-se profissional aos 14 anos (nesta época o necessário para se tornar profissional era apenas entrar em um campeonato profissional ao contrário dos padrões atuais em que se necessita de patrocínio de uma companhia de skate para se tornar um profissional). Ele foi um pioneiro nas modernas pistas verticais.
Ele possuía seu próprio halfpipe feito por seu pai quando ele morava em sua primeira casa com sua primeira mulher, Cindy, e seu primeiro filho, Riley.
Tony Hawk foi membro da lendária equipe Bones Brigade da Powell Peralta. Ele também possuía seu próprio modelo de calçados profissionais produzidos pela Airwalk.
Em 1999, a empresa de jogos Activision lançou o jogo Tony Hawk's Pro Skater, que foi primeiro jogo de uma das mais bem sucedidas linhas de video-games. O jogo teve sequência em seis jogos populares, Tony Hawk's Pro Skater 2, Tony Hawk's Pro Skater 3, Tony Hawk's Pro Skater 4, Tony Hawk's Underground e Tony Hawk's Underground 2, Tony Hawk's Underground 2 Remix, Tony Hawk's American Wasteland Tony Hawk's Project 8, Tony Hawk's Downhill Jam, Tony Hawk's Proving Ground e Tony Hawk: Ride.
Hawk se tornou um nome comercial, aparecendo em uma série de comerciais para uma variedade de companhias, incluindo a Apple Computer e a Domino's Pizza. Ele também figurou em programas de televisão como Cyberchase, Rocket Power, The Simpsons, Max Steel, Sifl and Olly, e CSI: Miami, e também em filmes tais como Jackass: The Movie, The New Guy, Max Keeble's Big Move e Dogtown and Z-Boys, e apareceu como actor em filmes como Gleaming the Cube e Police Academy 4. Ele hospedou um documentario, Video Game Invasion, que foi ao ar na GSN. Hawk também apareceu em Punk'd onde ele foi enganado e acreditou que seu filho deixou uma M-80 dentro de um banheiro, maguando uma actriz.
Até o ano de 2004, Tony realizou uma série de manobras históricas e ganhou mais de 80 competições. Ele realizou o primeiro giro de 900 graus completo nos X Games de 1999 após 11 tentativas mal sucedidas, ganhando o prémio na competição de melhor manobra por uma grande margem no processo. Ele é muitas vezes chamado de "Birdman"(Homem-pássaro).
Com a criação da “Tony Hawk Foudation”, Hawk tem trabalhado para devolver alguma coisa para o desporto que tanto lhe deu. Criada para promover e financiar pistas públicas em comunidades carentes, a fundação distribuiu mais de um milhão de dólares para entidades sem fim lucrativo construírem pistas por todo os Estados Unidos.
Hawk atualmente vive na sua cidade natal Carlsbad, na Califórnia.
Tony teve vários skates, mas seu primeiro skate foi fabricado pela No Rules. Com esse skate Tony conquistou seu primeiro título, em 1980, passados cerca de 18 anos ele decidiu que queria fundar uma marca, a Birdhouse Skateboards, que nasceu em 1992 e a partir desse momento Tony só usou skates dessa marca, tendo ainda usado seu 1º skate durante mais algum tempo.
Hawk também é conhecido por inventar muitas manobras, uma delas é o Mc Hawk, onde o skatista dá 2 voltas de 360 graus completando 720 graus, manobra que ainda nos dias atuais é considerada difícil. Na época em que participou da equipe bones brigade, fez varios filmes, um dos mais conhecidos é o The Search For Animal Chin, gravado na maior parte em São Francisco
PH.Ganso
Santos
[editar]Categorias de base
Paulo Henrique chegou ao Santos Futebol Clube em 2005, trazido pelo ídolo santista Giovanni em uma transferencia de 900 mil. Antes disso, jogou no futebol de salão da Tuna Luso Brasileira,[2] dos 7 aos 15 anos, e, em seguida, nas categorias de base do Paysandu.[3]
O meia começou a destacar-se em 2007. Após uma lesão que o afastou dos gramados por seis meses, Paulo Henrique disputou a final do Campeonato Paulista Sub-20, sagrando-se campeão.
Já apontado como uma das grandes revelações do futebol brasileiro, foi o camisa 10 do Santos na decepcionante campanha da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2008. Na ocasião, a equipe, uma das favoritas a conquista do título, foi eliminada na disputa por pênaltis pelo Internacional, nas quartas-de-final. Na época, o jornal italiano La Gazzetta dello Sport já citava Paulo Henrique como uma das possíveis grandes revelações desta Copinha.[4] As boas atuações e os dois gols no torneio o credenciaram a uma vaga no plantel principal da equipe santista.
[editar]2008
Em 23 de janeiro de 2008, renovou seu vínculo com o clube por cinco anos,[5] sendo promovido à equipe profissional.[6] Estreou em 17 de fevereiro, contra o Rio Preto pelo Campeonato Paulista de 2008. A má-fase enfrentada pela equipe santista no campeonato afetou o desempenho do atleta. Em quatro jogos, nenhum gol e nenhuma boa atuação.
No Campeonato Brasileiro de 2008, Paulo Henrique pouco foi notado. A fraca campanha da equipe, constantemente brigando contra a despromoção, impossibilitou boas exibições do meia, que esteve em campo em apenas três jogos, sem nenhum gol marcado.
[editar]2009
Sob a promessa de novas oportunidades na equipe principal do Santos, o meia permaneceu na baixada santista para a disputa do Campeonato Paulista 2009. Na partida contra o Guarani, sob o comando do treinador interino Serginho Chulapa, finalmente apresentou-se ao futebol brasileiro por meio de um lindo gol, que selou a vitória santista por 3x1. As constantes más apresentações do meia Lúcio Flávio rapidamente proporcionaram ao jovem jogador uma chance entre os titulares da equipe. Mostrando um futebol técnico e maduro, Paulo Henrique participou de quinze partidas, conquistando com o Santos Futebol Clube o vice-campeonato.
O Campeonato Brasileiro de 2009, inseriu de vez o meia-armador no cenário futebolístico brasileiro. As boas atuações do meia motivaram a diretoria santista a renovação de seu contrato, estipulado em 137 milhões de reais e válido até julho de 2014. Apesar da campanha mediana da equipe(12º colocação) e de ter perdido dois pênaltis no jogo Flamengo 1x0 Santos, foi indicado pela CBF ao prêmio de Revelação do campeonato, perdendo a disputa para o atacante Fernandinho, do Barueri. Realizou ao todo 31 jogos, no Brasileirão 2009. Marcou 8 gols (3º artilheiro da equipe) e deu 4 assistências. Foi ainda o 2º maior ladrão de bolas da equipe, com 45 desarmes.
[editar]2010
No ano de 2010, foi campeão do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil sendo eleito o craque da competição com o Santos. Com a boa fase do Santos, o meia esteve em evidência na mídia devido a suas excelentes participações no desenvolver das partidas e recebendo diversos elogios da crítica esportiva e muitos o considerando melhor que Neymar. Ao lado de Neymar, foi um dos mais assediados do futebol brasileiro nesse ano, chegando à Seleção Brasileira. Com a 10, atuou na vitória sobre os Estados Unidos, no dia 10 de agosto de 2010. Foi apontado como o novo "maestro" dessa nova geração dirigida pelo técnico Mano Menezes, mas em uma partida contra o Grêmio, realizada em 25 de agosto no Estádio Olímpico, sofreu uma entorse no joelho esquerdo que ocasionou a ruptura do ligamento cruzado posterior.[7] A previsão para recuperação foi de seis meses, retornando a jogar futebol somente no ano de 2011.[7]
Nessa temporada, Ganso jogou 41 partidas, deu 15 assistências e marcou 13 gols.[8][9]
[editar]2011
Em 2011, após quase sete meses sem jogar, Ganso reestreou contra o Botafogo-SP pelo Campeonato Paulista, no dia 12 de março. Mesmo após tanto tempo parado devido a uma cirurgia no joelho, o camisa 10 santista teve importante participação no primeiro gol e marcou o segundo na vitória por 2x1 do Santos. A equipe santista foi novamente campeã paulista, como no ano anterior, vencendo o Corinthians na final. No jogo de ida contra os corintianos, em 8 de maio, Paulo Henrique sofreu mais uma lesão, não tão grave quanto a última.
A estreia de Ganso pela Copa Libertadores da América foi contra o time do Colo-Colo, do Chile, onde o Santos foi derrotado por 3x2 mesmo tendo iniciado o jogo vencendo com um belo gol de falta de Elano com menos de quinze minutos de bola rolando, neste jogo Ganso foi titular por quase toda a partida. Porém, após a já citada lesão contra o Corinthians, perdeu boa parte da campanha do Santos rumo à final da Copa Libertadores da América de 2011, retornando apenas em 22 de junho, no segundo jogo da final contra o Peñarol, do Uruguai. No jogo, Ganso foi afetado pelo longo tempo sem jogar, mas participou da jogada do primeiro gol, marcado por Neymar, ajudando o Santos a vencer por 2x1 e sagrar-se campeão do torneio após 48 anos.
[editar]Seleção Brasileira
[editar]Sub-20
Paulo Henrique foi o camisa 11 do Brasil na disputa do Mundial Sub-20 de 2009, realizado no Egito. A equipe conquistou o vice-campeonato, sendo derrotado por Gana na final,[10] em disputa por pênaltis, após o 0x0 no tempo normal. O meia do Santos marcou um gol no torneio, contra a Austrália, na fase de grupos, e apesar de não ter sido um dos principais destaques como se previra que seria devido à sua boa temporada, foi útil ao time e titular durante toda a campanha brasileira.
[editar]Fora da Copa do Mundo
Em grande fase no Santos, houve a expectativa que Ganso fosse chamado para disputar a Copa do Mundo de 2010, porém ficou apenas na lista dos sete jogadores que só entrariam na competição se algum dos 23 chamados não pudesse ir à África do Sul por motivos de força maior. Assim como Paulo Henrique, todos os outros sete jogadores não foram chamados, pois não houve nenhum tipo de contra tempo com os 23 da lista principal.
[editar]Primeira convocação e Copa América
Sua primeira convocação aconteceu no dia 26 de julho de 2010, para amistoso contra os Estados Unidos, que foi realizado em 10 de agosto. Na ocasião, foi chamado pelo técnico Mano Menezes, em um projeto de renovação da Seleção para a partida contra os Estados Unidos.[11] Paulo Henrique ficou fora das listas seguintes por conta de duas lesões: a primeira, sofrida em 25 de agosto de 2010, o afastou por seis meses, e a segunda, menos grave, sofrida em 8 de maio de 2011, quase lhe retirou da Copa América de 2011. No entanto, Mano o convocou mesmo assim, uma decisão arriscada para muitos especialistas.[12]
A expectativa era grande, já que este seria o primeiro torneio oficial disputado pela talentosa dupla Ganso e Neymar. No torneio, porém, Paulo Henrique teve atuações muito abaixo do seu potencial, talvez por estar retornando de lesão, e foi criticado. O Brasil terminou precocemente eliminado nas quartas-de-final, contra o Paraguai. Após um empate em 0-0 que persistiu até o final da prorrogação, os brasileiros desperdiçaram todas as cobranças na disputa por pênaltis, erraram 4 de 5 e, foram derrotados por 2-0 nos pênaltis. Ganso havia sido substituído ainda durante a partida.[13]
[editar]Polêmicas
Em 2 de abril de 2010, juntamente com outros jogadores evangélicos do Santos como Neymar e Robinho, Ganso se recusou a distribuir ovos de páscoa em um gesto de caridade para uma instituição espírita de Santos, chamada “Mensageiros da Luz”, alegando razões religiosas;[14]
Em 2 de maio de 2010, na decisão do Campeonato Paulista de 2010, Ganso se recusou a obedecer à uma ordem direta de substituição de Dorival Junior e permaneceu em campo até o final.[15]
Em 10 de junho de 2010, em uma entrevista concedida à jornalista Sonia Racy, do jornal O Estado de São Paulo, Ganso disse que "graças a Deus" não tem gay no Santos.[16] A declaração foi considerada homofóbica por ONGs do movimento LGBT.[17] Devido à repercussão negativa, Ganso, em nota oficial, pediu desculpas:
Em atenção aos protestos por conta de uma declaração que eu teria proferido para a coluna da jornalista Sonia Racy, no jornal "O Estado de SP", de que "graças a Deus não há homossexuais no Santos FC", gostaria de expressar meu pedido de desculpas a toda a comunidade LGBT.
Sinceramente, não recordo ter usado a expressão "graças a Deus", mas apenas respondido à pergunta sobre se haveria gays no elenco santista, até porque não tenho preconceitos de qualquer tipo e respeito a individualidade das pessoas, certo de que, com esta postura, estarei sendo também respeitado em minha individualidade.
A todos que se sentiram feridos com minha declaração, peço desculpas novamente e reafirmo que o mal-entendido é fruto de uma falha de comunicação, da qual vou tirar importantes ensinamentos para minha vida.
Atenciosamente Paulo Henrique Lima
— Paulo Henrique Ganso, sobre sua declaração considerada homofóbica ao jornal O Estado de São Paulo[18]
[editar]Categorias de base
Paulo Henrique chegou ao Santos Futebol Clube em 2005, trazido pelo ídolo santista Giovanni em uma transferencia de 900 mil. Antes disso, jogou no futebol de salão da Tuna Luso Brasileira,[2] dos 7 aos 15 anos, e, em seguida, nas categorias de base do Paysandu.[3]
O meia começou a destacar-se em 2007. Após uma lesão que o afastou dos gramados por seis meses, Paulo Henrique disputou a final do Campeonato Paulista Sub-20, sagrando-se campeão.
Já apontado como uma das grandes revelações do futebol brasileiro, foi o camisa 10 do Santos na decepcionante campanha da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2008. Na ocasião, a equipe, uma das favoritas a conquista do título, foi eliminada na disputa por pênaltis pelo Internacional, nas quartas-de-final. Na época, o jornal italiano La Gazzetta dello Sport já citava Paulo Henrique como uma das possíveis grandes revelações desta Copinha.[4] As boas atuações e os dois gols no torneio o credenciaram a uma vaga no plantel principal da equipe santista.
[editar]2008
Em 23 de janeiro de 2008, renovou seu vínculo com o clube por cinco anos,[5] sendo promovido à equipe profissional.[6] Estreou em 17 de fevereiro, contra o Rio Preto pelo Campeonato Paulista de 2008. A má-fase enfrentada pela equipe santista no campeonato afetou o desempenho do atleta. Em quatro jogos, nenhum gol e nenhuma boa atuação.
No Campeonato Brasileiro de 2008, Paulo Henrique pouco foi notado. A fraca campanha da equipe, constantemente brigando contra a despromoção, impossibilitou boas exibições do meia, que esteve em campo em apenas três jogos, sem nenhum gol marcado.
[editar]2009
Sob a promessa de novas oportunidades na equipe principal do Santos, o meia permaneceu na baixada santista para a disputa do Campeonato Paulista 2009. Na partida contra o Guarani, sob o comando do treinador interino Serginho Chulapa, finalmente apresentou-se ao futebol brasileiro por meio de um lindo gol, que selou a vitória santista por 3x1. As constantes más apresentações do meia Lúcio Flávio rapidamente proporcionaram ao jovem jogador uma chance entre os titulares da equipe. Mostrando um futebol técnico e maduro, Paulo Henrique participou de quinze partidas, conquistando com o Santos Futebol Clube o vice-campeonato.
O Campeonato Brasileiro de 2009, inseriu de vez o meia-armador no cenário futebolístico brasileiro. As boas atuações do meia motivaram a diretoria santista a renovação de seu contrato, estipulado em 137 milhões de reais e válido até julho de 2014. Apesar da campanha mediana da equipe(12º colocação) e de ter perdido dois pênaltis no jogo Flamengo 1x0 Santos, foi indicado pela CBF ao prêmio de Revelação do campeonato, perdendo a disputa para o atacante Fernandinho, do Barueri. Realizou ao todo 31 jogos, no Brasileirão 2009. Marcou 8 gols (3º artilheiro da equipe) e deu 4 assistências. Foi ainda o 2º maior ladrão de bolas da equipe, com 45 desarmes.
[editar]2010
No ano de 2010, foi campeão do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil sendo eleito o craque da competição com o Santos. Com a boa fase do Santos, o meia esteve em evidência na mídia devido a suas excelentes participações no desenvolver das partidas e recebendo diversos elogios da crítica esportiva e muitos o considerando melhor que Neymar. Ao lado de Neymar, foi um dos mais assediados do futebol brasileiro nesse ano, chegando à Seleção Brasileira. Com a 10, atuou na vitória sobre os Estados Unidos, no dia 10 de agosto de 2010. Foi apontado como o novo "maestro" dessa nova geração dirigida pelo técnico Mano Menezes, mas em uma partida contra o Grêmio, realizada em 25 de agosto no Estádio Olímpico, sofreu uma entorse no joelho esquerdo que ocasionou a ruptura do ligamento cruzado posterior.[7] A previsão para recuperação foi de seis meses, retornando a jogar futebol somente no ano de 2011.[7]
Nessa temporada, Ganso jogou 41 partidas, deu 15 assistências e marcou 13 gols.[8][9]
[editar]2011
Em 2011, após quase sete meses sem jogar, Ganso reestreou contra o Botafogo-SP pelo Campeonato Paulista, no dia 12 de março. Mesmo após tanto tempo parado devido a uma cirurgia no joelho, o camisa 10 santista teve importante participação no primeiro gol e marcou o segundo na vitória por 2x1 do Santos. A equipe santista foi novamente campeã paulista, como no ano anterior, vencendo o Corinthians na final. No jogo de ida contra os corintianos, em 8 de maio, Paulo Henrique sofreu mais uma lesão, não tão grave quanto a última.
A estreia de Ganso pela Copa Libertadores da América foi contra o time do Colo-Colo, do Chile, onde o Santos foi derrotado por 3x2 mesmo tendo iniciado o jogo vencendo com um belo gol de falta de Elano com menos de quinze minutos de bola rolando, neste jogo Ganso foi titular por quase toda a partida. Porém, após a já citada lesão contra o Corinthians, perdeu boa parte da campanha do Santos rumo à final da Copa Libertadores da América de 2011, retornando apenas em 22 de junho, no segundo jogo da final contra o Peñarol, do Uruguai. No jogo, Ganso foi afetado pelo longo tempo sem jogar, mas participou da jogada do primeiro gol, marcado por Neymar, ajudando o Santos a vencer por 2x1 e sagrar-se campeão do torneio após 48 anos.
[editar]Seleção Brasileira
[editar]Sub-20
Paulo Henrique foi o camisa 11 do Brasil na disputa do Mundial Sub-20 de 2009, realizado no Egito. A equipe conquistou o vice-campeonato, sendo derrotado por Gana na final,[10] em disputa por pênaltis, após o 0x0 no tempo normal. O meia do Santos marcou um gol no torneio, contra a Austrália, na fase de grupos, e apesar de não ter sido um dos principais destaques como se previra que seria devido à sua boa temporada, foi útil ao time e titular durante toda a campanha brasileira.
[editar]Fora da Copa do Mundo
Em grande fase no Santos, houve a expectativa que Ganso fosse chamado para disputar a Copa do Mundo de 2010, porém ficou apenas na lista dos sete jogadores que só entrariam na competição se algum dos 23 chamados não pudesse ir à África do Sul por motivos de força maior. Assim como Paulo Henrique, todos os outros sete jogadores não foram chamados, pois não houve nenhum tipo de contra tempo com os 23 da lista principal.
[editar]Primeira convocação e Copa América
Sua primeira convocação aconteceu no dia 26 de julho de 2010, para amistoso contra os Estados Unidos, que foi realizado em 10 de agosto. Na ocasião, foi chamado pelo técnico Mano Menezes, em um projeto de renovação da Seleção para a partida contra os Estados Unidos.[11] Paulo Henrique ficou fora das listas seguintes por conta de duas lesões: a primeira, sofrida em 25 de agosto de 2010, o afastou por seis meses, e a segunda, menos grave, sofrida em 8 de maio de 2011, quase lhe retirou da Copa América de 2011. No entanto, Mano o convocou mesmo assim, uma decisão arriscada para muitos especialistas.[12]
A expectativa era grande, já que este seria o primeiro torneio oficial disputado pela talentosa dupla Ganso e Neymar. No torneio, porém, Paulo Henrique teve atuações muito abaixo do seu potencial, talvez por estar retornando de lesão, e foi criticado. O Brasil terminou precocemente eliminado nas quartas-de-final, contra o Paraguai. Após um empate em 0-0 que persistiu até o final da prorrogação, os brasileiros desperdiçaram todas as cobranças na disputa por pênaltis, erraram 4 de 5 e, foram derrotados por 2-0 nos pênaltis. Ganso havia sido substituído ainda durante a partida.[13]
[editar]Polêmicas
Em 2 de abril de 2010, juntamente com outros jogadores evangélicos do Santos como Neymar e Robinho, Ganso se recusou a distribuir ovos de páscoa em um gesto de caridade para uma instituição espírita de Santos, chamada “Mensageiros da Luz”, alegando razões religiosas;[14]
Em 2 de maio de 2010, na decisão do Campeonato Paulista de 2010, Ganso se recusou a obedecer à uma ordem direta de substituição de Dorival Junior e permaneceu em campo até o final.[15]
Em 10 de junho de 2010, em uma entrevista concedida à jornalista Sonia Racy, do jornal O Estado de São Paulo, Ganso disse que "graças a Deus" não tem gay no Santos.[16] A declaração foi considerada homofóbica por ONGs do movimento LGBT.[17] Devido à repercussão negativa, Ganso, em nota oficial, pediu desculpas:
Em atenção aos protestos por conta de uma declaração que eu teria proferido para a coluna da jornalista Sonia Racy, no jornal "O Estado de SP", de que "graças a Deus não há homossexuais no Santos FC", gostaria de expressar meu pedido de desculpas a toda a comunidade LGBT.
Sinceramente, não recordo ter usado a expressão "graças a Deus", mas apenas respondido à pergunta sobre se haveria gays no elenco santista, até porque não tenho preconceitos de qualquer tipo e respeito a individualidade das pessoas, certo de que, com esta postura, estarei sendo também respeitado em minha individualidade.
A todos que se sentiram feridos com minha declaração, peço desculpas novamente e reafirmo que o mal-entendido é fruto de uma falha de comunicação, da qual vou tirar importantes ensinamentos para minha vida.
Atenciosamente Paulo Henrique Lima
— Paulo Henrique Ganso, sobre sua declaração considerada homofóbica ao jornal O Estado de São Paulo[18]
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